Associativismo e Participação Juvenil

Enquanto plataforma de organizações de juventude, espaços privilegiados para o exercício democrático dos jovens, o CNJ não podia deixar de assumir o Associativismo e Participação Juvenil como uma das principais áreas de trabalho.

A participação dos jovens na definição das políticas que lhes dizem directamente respeito e os apoios (financeiros e outros) às associações juvenis são, pois, matérias essenciais sobre as quais o CNJ pretende promover a reflexão, quer a nível interno, quer nas estruturas onde as decisões têm lugar, nomeadamente, o Instituto Português do Desporto e  Juventude.

Questões como o Estatuto do  Dirigente Associativo Juvenil, os critérios para o Registo Nacional de Associações Juvenis, o voluntariado e o mecenato aplicado ao associativismo juvenil fazem parte do conjunto de preocupações do Conselho Nacional de Juventude nesta área.

No seio do CNJ, o trabalho na área de Associativismo e Participação Juvenil encontra um lugar privilegiado na Comissão Especializada. Além das Assembleias Gerais e sem prejuízo do trabalho realizado quotidianamente pela Direcção, é nas reuniões da Comissão, que ocorrem pelo menos duas vezes por ano, que as organizações reflectem e contribuem para a definição das posições do CNJ e para a elaboração e concretização do Plano de Actividades.

Paralelamente, há todo um trabalho que se desenvolve nas relações com quem de direito decide sobre estas matérias e nos espaços onde o CNJ, reconhecido como parceiro, é chamado a intervir – elegendo-se, para isso, em Assembleia Geral, um representante.

É o caso do Conselho Consultivo do Instituto Português do Desporto e Juventude, I.P. (IPDJ, I.P.), que integramos juntamente com representantes das organizações nacionais e organizações locais de juventude; e do Conselho Consultivo de Juventude.